Quem conferir a conciliação encontra o registro?
Um centavo de diferença, uma tarifa em data errada, um Pix sem boleto. Quem ajustou, quando, e o que existia antes — no livro, não na lembrança de quem ajustou.
Para condomínios comerciais: cada valor leva ao documento que o gerou; o síndico decide pelo celular com a informação na tela; o dinheiro só sai pelo banco, com duas aprovações.
Valor da cota
R$ 1.284,60
| Rubrica e base de rateio | Fração | Valor |
|---|---|---|
| Pessoal e encargos todas as unidades, por fração ideal | 0,6842% | R$ 612,40 |
| Energia das áreas comuns todas as unidades, por fração ideal | 0,6842% | R$ 238,15 |
| Elevadores unidades servidas, por fração ideal | 0,7310% | R$ 197,20 |
| Fundo de reserva 10% sobre o rateio ordinário | — | R$ 104,78 |
| Obra aprovada em assembleia parcela 3 de 12, por fração ideal | 0,6842% | R$ 132,07 |
| Total da cota | R$ 1.284,60 |
A GerêncIA Predial nasceu dentro de um condomínio comercial para resolver um problema de informação: ter os dados do condomínio fáceis de achar, conferíveis por quem quiser conferir, e decidir mais rápido por causa disso. Está em implantação na própria administradora.
As duas perguntas são de informação: onde ela está, e quem consegue chegar nela. Quatro perguntas para fazer ao seu sistema antes de fazer a nós.
Um centavo de diferença, uma tarifa em data errada, um Pix sem boleto. Quem ajustou, quando, e o que existia antes — no livro, não na lembrança de quem ajustou.
Aprovar no aplicativo do banco não é novidade; vários sistemas fazem isso. A pergunta é onde a alçada fica: na conta do próprio condomínio, com o software só propondo — ou numa conta do fornecedor.
Fração da unidade, base de rateio da rubrica, a regra da Convenção que tira as lojas do elevador. Se a resposta está numa planilha ao lado, a memória não está no sistema — e responder ao condômino leva o tempo de refazer.
Lembrete por WhatsApp, comprovante por foto, segunda via por e-mail: cada envio com registro de canal, hora e autorização do destinatário.
A informação está à mão para quem opera, na tela para quem decide, conferível para quem confere.
quem opera todo dia e responde por tudo
quem decide com a informação na tela
dono ou locatário da sala
quem confere sem pedir
Cada passo deixa o registro que o passo seguinte confere. Do orçamento aprovado em assembleia à prestação de contas em PDF, sempre na mesma ordem.
Passo 1
O orçamento aprovado em assembleia vira lançamentos mensais por rubrica. Cada rubrica aponta para uma base de rateio: todas as unidades por fração, só as salas, igualitário, por área.
Passo 2
O motor distribui cada rubrica pela sua base, renormaliza as frações e atribui os centavos de resíduo em ordem fixa. Rodar de novo dá o mesmo resultado, ao centavo. A memória fica gravada por unidade.
Passo 3
Uma cobrança por pagador, com boleto e Pix, agrupando as unidades dele. A régua avisa por e-mail, portal e, quando habilitado, WhatsApp — só a quem deu consentimento por canal.
Passo 4
O pagamento entra pelo retorno do provedor de cobrança e é conferido contra o extrato. A liquidação separa o valor por disponibilidade (ordinário, reserva, obra) na proporção dos lançamentos. Tudo grava no livro; estorno nunca apaga, gera o movimento inverso.
Passo 5
Checklist, barreira no banco de dados para a data fechada, e os PDFs — demonstrativos, inadimplência com memória, prestação de contas — gerados a partir de uma fotografia dos dados, com o hash impresso no rodapé.
Informação conferível inclui o dinheiro: quem pode fazer o quê, e o que fica registrado. O caminho de uma despesa, do lançamento ao pagamento — nenhum passo é dado pela mesma pessoa, e o último acontece no banco.
Uma despesa só vira ordem de pagamento com duas aprovações de pessoas diferentes. Quem lançou não pode ser uma delas.
Aprovar pede o código de seis dígitos do aplicativo autenticador naquele momento — não basta estar logado.
Foi desenhado assim: ele cria a ordem na conta do condomínio e para. Quem paga é o banco, com duas aprovações no aplicativo dele. A credencial que o sistema usa no banco só cria a ordem; a aprovação é de pessoas, no aplicativo do banco.
A API REST expõe o que o sistema sabe e aceita propostas — nunca efetivação. Cada token é emitido na tela, com autenticador, e leva nome, validade, faixa de IP e escopo:
leituraConsultar cadastros, livro, cobranças, recebimentos, despesas, saldos, demonstrativos, inadimplência com memória, aptos a votar e quórum
proporCriar rascunho de despesa, rascunho de lançamento, simulação de rateio, mensagem à administração, rascunho de aviso
mensagem:enviarEnviar comunicado por template previamente aprovado na tela
O que nenhum token faz: faturar, liquidar, estornar, aprovar, pagar, publicar, fechar. Não existe escopo para isso. Toda escrita exige chave de idempotência: repetir a chamada não duplica o lançamento.
O valor depende do número de unidades e de quem vai operar: a sua equipe ou a Vale.
Pelo portal, com link enviado por e-mail ou, quando habilitado, WhatsApp. Sem senha: o link é de uso único e a sessão é curta. Lá estão a linha digitável, o PDF, o Pix, os comprovantes do que já pagou e a declaração negativa de débito com código de verificação.
Escolher uma data de caixa e passar pelo checklist do sistema. Fechado, o banco de dados recusa qualquer movimento com data anterior. Reabrir exige justificativa e fica na auditoria.
Porque ele muda com o porte do condomínio e com quem vai operar o sistema — a sua equipe ou a Vale.
Foi desenhado para condomínio comercial, com Convenção, fração ideal por rubrica e prestação de contas formal. Um residencial simples tende a não precisar desta profundidade — e não vai encontrar aqui portaria, reservas ou encomendas.
Dois caminhos, um para quem administra e outro para quem paga.
O login acontece no aplicativo, não nesta página.